quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

rascunhos

Pode vir, venha mas venha devagar não com o ímpeto de um mar bravio. Venha calmamente, serenamente, seja gentil! Prometo ser fiel, perseverante, se necessário; ousado!
Não me envolva em "highrocks" ou "fast foods" emocionais. Cansei do "eu "indecisível". Peço-te mais, me faça sorrir, ao extase do ato de sorrir (que belo ato).
Às lágrimas, ah as lágrimas sejam o ontem. Me projete, me lance... que seja deleitoso. Prometo cumprir meus votos a ti. Peço-te, cumpra-os em mim. Visionariamente antecipe meus erros, fortifique minhas fragilidades... Ponha limites!
Num velho se agradece, noutro se lamenta, num novo, há esperança! Envolvidos ciclicamente à quem quiser eu grito... Venha, venha ano, venha!

M.M.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

"Diante do Ecumenismo"

Não tem muito o que se dizer, somente o que venho alertando já há algum tempo. A mensagem ecumênica já foi lançada por vias globais. A ideia de globalização ou ao que chamamos de ecumenização já atravessou as fronteiras da economia, de uma moeda. Está na política ecumênica, na cultura ecumênica no pensamento ecumênico, até o fatidico dia em que as "leis" ecumênicas estejam instauradas, implementadas não somente restritas ao atributo da Lei mas da forma de pensar, de agir diretamente associada ao cotidiano.
Diante do trono no "Domingão", vemos perguntas capciosas, nos meandros, nas entrelinhas percebemos onde se quer chegar, mas sobretudo onde se quer atingir. Sem preceitos e sem se utilizar de preceitos da psicologia, mas está óbvio e nulante que o alvo é o subconsciente das massas e também da grande massa cristã neste país.
A proposta do ministério Diante do Trono em estar neste programa é válida. Embora a proposta deste espaço seja para genuinamente à reflexão, sair da condição inconsciente, despertar o subconsciente. Publicamente defendo a ideia do ministério participar de tal programa. Uma oportunidade singular. Se lembrarmos o que diz em Filipenses 1.18 entenderemos melhor o objetivo final da apresentação.
Durante este ano vimos chamadas de líderes ou representantes de diversas segmentos religiosos sintetizando ideais doutrinários segunda sua fé professa.
Da utopia há algo realizável a prática do reseito e ao amor ao próximo está travestida em "tolerância religiosa". O primor e a essência no que e em quem cremos deve ser preservada ou então corremos um sério risco de num futuro bem próximo estarmos servindo a dois senhores.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Narrativa do Amor

Então foi perguntada dona Maria:
E a senhora e o seu Antônio? Quanto tempo estão juntos?
Dona Maria:
Cinquentas anos... cinquenta anos nos aturando!

Numa síntese deste pequeno diálogo vemos o que o amor, na opinião de muitos, ainda que inconscientemente, representa. O amor um "produto" difícil de ser vendido.
Em oposto ao amor, conceitualmente como produto, a paixão - o pathos na visão grega, uma ação! Na "paixão"... a alegria, o pulsar,o mais real, a "vida". Uma narrativa muito mais interessante e fácil de ser consumível.

O que deve ser pensado é como a narrativa do amor é vendida, sob este aspecto, num inconsciente coletivo o amor é algo chato, desinteressante, massante.
Talvez uma compreensão mais completa sobre o "amor" a consequência dele, possa ajudar o homem a se entender melhor, se relacionar melhor, ser melhor.

O amor é bondoso, é paciente, tudo espera, tudo crê, tudo suporta...

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Into the Mind

Tentamos insistentemente mudar o pensamento das pessoas, mas talvez quem sabe é o nosso pensamento que necessita ser mudado...