Caro colega, o que dizer deste assunto? O capitalismo encontrou o seu ápice, auge. Nada mais, nada menos do símbolo maior do consumismo, o natal, de encontro com o maior mercado do mundo, que está aprendendo a consumir.
No sentido mais "puro" de sua natureza selvagem, China e natal se fundem com com seus milhares de presentes, luzes coloridas, papais noéis, comerciais inflamados inseridos em uma cultura evidentemente alienada quanto a representação de sua data. Afinal de contas, o que eles vão comemorar?
Quem sabe, no rebimbalo dos sinos, à meia noite, a China descubra e o mundo redescubra o verdadeiro sentido do Natal. Um Natal Pra Todos!
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